A Adriana Pereira Rocha mora em Salvador e é do interior da Bahia, da Chapada Diamantina. Com 15 kg acima do peso, ela recebeu uma oferta para usar a caneta emagrecedora e disse não. Preferiu voltar ao método que já conhecia: foram 4 kg a menos no desafio e mais 11 kg no programa Magra Após os 40, sem remédios.
Quando saiu do trilho
A Adriana já tinha passado pelo programa antes. Com o tempo foi deixando de lado o que aprendeu e voltou a comer alimentos que, mesmo saudáveis, já não combinavam com o organismo dela. O peso voltou, e com ele vieram sintomas que ela não tinha antes: noites inteiras sem dormir e queda de cabelo.
“Eu quero consciência”
Quando ofereceram a caneta, ela foi pesquisar e decidiu que não era para ela. Estava na menopausa, não tinha diabetes e não queria depender de uma medicação para ter saúde. Uma amiga que trabalha em hospital ainda contou que todo dia chega alguém com problemas por causa dos injetáveis.
Na live, a Adriana resumiu o raciocínio: se ela conhecia um programa que ensinava o que fazer para emagrecer, por que gastar com uma caneta? Então se inscreveu de novo, imprimiu os materiais, colou tudo na geladeira e voltou a ter a comida pronta para a semana. Ela conta que foi libertador.
Assista à live completa
Na live, a Adriana conta com detalhes toda a sua história:
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O programa Magra Após os 40 foi criado pela Dra. Vanderléa Coelho, médica e escritora, especialista em menopausa e climatério com foco em emagrecimento.
